Antes de escolher um equipamento, defina o que precisa ser registrado, com qual frequência e para qual decisão. A tecnologia deve acompanhar essa necessidade, e não criar uma rotina paralela de coleta.
Captura visual para entender o estado
Fotos e reconstruções 3D ajudam a consultar condições observadas em uma visita. Cobertura, visibilidade e referência espacial precisam ser consideradas antes de comparar etapas ou extrair medidas.
Sensores para acompanhar variáveis
Um sensor pode registrar uma grandeza ao longo do tempo, mas a leitura depende da instalação, da calibração e do contexto. O histórico deve identificar qual equipamento produziu cada registro e em que condições.
Conectar os registros ao empreendimento
Datas, locais e identificadores permitem relacionar uma série de medições com imagens e elementos do projeto. Sem essa associação, a equipe recebe dados, mas continua sem uma leitura integrada.
Definir como a informação será usada
O fluxo precisa indicar quem revisa os registros e o que acontece após uma observação relevante. Coletar mais não é um objetivo suficiente quando não existe uma decisão a apoiar.
Da referência à aplicação
O Geminarium é desenvolvido para organizar a realidade capturada junto dos modelos e das evidências. A integração de sensores deve ser tratada conforme o caso de uso, a infraestrutura disponível e a validação de cada projeto.



